Durma cada um em uma cama.
Tenham seus leitos de acordo com o modo de viver monástico e conforme o abade distribuir.
Se for possível, durmam todos num mesmo lugar; se, porém, o número não o permitir, durmam aos grupos de dez ou vinte, em companhia de monges mais velhos que sejam solícitos para com eles.
Esteja acesa nesse recinto uma candeia sem interrupção, até o amanhecer.
Durmam vestidos e cingidos com cintos ou cordas, mas de forma que não tenham, enquanto dormem, as facas a seu lado, a fim de que não venham elas a ferir, durante o sono, quem está dormindo; e de modo que estejam os monges sempre prontos e, assim, dado o sinal, levantando-se sem demora, apressem-se mutuamente e antecipem-se no Ofício Divino, porém com toda gravidade e modéstia.
Que os irmãos mais jovens não tenham leitos juntos, mas intercalados com os dos mais velhos.
Levantando-se para o Ofício Divino chamem-se mutuamente, para que não tenham desculpas os sonolentos; façam-no, porém, com moderação.