CAPÍTULO 52 - DO ORATÓRIO DO MOSTEIRO

CAPÍTULO 52 - DO ORATÓRIO DO MOSTEIRO

 

Que o oratório seja o que o nome indica, nem se faça ou se guarde ali coisa alguma que lhe seja alheio. Terminado o Ofício Divino, saiam todos com sumo silêncio e tenha-se reverência para com Deus; de modo que se acaso um irmão quiser rezar em particular, não seja impedido pela imoderação de outro.

 

Se também outro, porventura, quiser rezar em silêncio, entre simplesmente e ore, não com voz clamorosa, mas com lágrimas e pureza de coração. Quem não procede des ta maneira, não tenha, pois, permissão de,terminado o Ofício Divino, permanecer no oratório, como foi dito, para que outro não venha a ser perturbado.

 

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